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Investidor-Anjo: o que aprendemos na Web Summit 2019

Por Pâmela Seyffert 30/03/2021 02/01/2023 6 minutos

A cidade é Lisboa. O ano é 2019. E o palco principal deste encontro é o centro de eventos Altice Arena. Lá, foi realizada a última edição presencial da maior conferência de tecnologia da Europa: a Web Summit. Ao longo de quatro dias, líderes e pensadores mundiais reuniram-se para prever cenários e debater soluções inovadoras para o mercado global. Enquanto isso, mais de duas mil startups disputavam a atenção em busca de um investidor-anjo, capaz de transformar suas ideias em produtos e serviços digitais de última geração. Robôs, automação, privacidade de dados, 5G, responsabilidade social corporativa e sustentabilidade foram alguns dos temas destacados na 11ª edição do evento, que reuniu na capital portuguesa mais de 70 mil pessoas, oriundas de 160 países. Um ecossistema tecnológico capaz de conectar teoria e prática, em um cenário altamente empresarial onde CEOs de grandes organizações mundiais e investidores profissionais partilham o mesmo universo.

O futuro é agora

A conferência propõe uma imersão intensa e em poucos minutos é possível assimilar que o mundo ali compartilhado fala muito mais sobre o presente do que sobre o futuro. Entre stands da Google, Microsoft e Facebook, circulam visitantes, palestrantes e investidores de todas as nacionalidades e culturas. O objetivo é universal: caçar tendências e encontrar futuros unicórnios. Startups Alphas (empresas em fase de pré-investimento) e Betas (empresas lançadas com sucesso) distribuídas ao longo dos pavilhões apresentam pitches com as ideias e os modelos de negócios mais inovadores da atualidade. Um ambiente revolucionário, disruptivo, que pulsa inovação tecnológica. O cenário é competitivo. Para atrair os olhos e a atenção dos investidores, as informações precisam ser claras, relevantes e muito sedutoras. Você conseguiria em poucos minutos fazer uma apresentação arrasadora da sua ideia ou negócio? Pensando nisso, este artigo pretende abordar os principais tópicos relacionados ao conceito de investidor-anjo. Essa jornada descrita acima, facilmente pode ser adaptada aos eventos nacionais, atualmente realizados em formato virtual. Mas, antes de pensar sobre quais conferências são frequentadas pelo seu público-alvo de investidores, vamos entender melhor o cenário de investimentos no setor tech.

Perfil do investidor-anjo

O termo investidor-anjo começou a ser utilizado na década de 1920, nos Estados Unidos. Originário dos espetáculos da Broadway, o modelo de negócios tinha como objetivo financiar produções teatrais de custo elevado. Atualmente, esse tipo de investimento é popularmente associado ao universo das startups, que utilizam esse modelo para se lançar ao mercado. Os ’anjos’ são pessoas físicas, que financiam novas empresas ao injetar capital próprio em negócios inovadores, com alto potencial de retorno financeiro. Além do dinheiro, esses investidores também compartilham networking, experiência e visão de negócios. Por isso, receber o aporte de um anjo bem conectado pode ser tão estratégico quanto a injeção de capital em si. Uma mentoria qualificada, guiada por quem realmente entende desse ecossistema de startups, pode ser um grande diferencial competitivo no mercado. Essa prática ainda é uma novidade no Brasil, mas já apresenta crescimento expressivo. De acordo com dados disponibilizados pela Anjos do Brasil, organização sem fins lucrativos que apoia startups em fase de crescimento, o investidor-anjo pode ser um executivo ou um profissional bem-sucedido (de qualquer setor), com interesse em diversificar os seus investimentos – que devem representar uma parcela de até 10% do patrimônio total do investidor. O investimento-anjo pode seguir uma linha de crédito coletiva, onde o aporte financeiro pode variar entre R$ 50 mil e R$ 500 mil, em troca de uma participação minoritária na empresa. Mas lembre-se, esse business não é direcionado apenas à milionários. É possível investir quantias a partir de R$ 20 mil.

Tipos de investimento 

A busca por investidor-anjo é um dos maiores desafios enfrentados pelas startups. Por isso, as rodadas de investimento passam a ser cruciais para essa ’girada de chave’ nos negócios. Sendo assim, estabelecer um fluxo de aportes é essencial para manter o projeto em constante desenvolvimento. Cada rodada de investimento pode ser composta por um fundo de investimento único ou por uma série de fundos, que em conjunto resultam no aporte que será injetado na startup. Após o investimento-anjo inicial, as startups passam para a segunda rodada, onde um Investimento Semente (Seed) busca captar fundos para apoiar o trabalho de pesquisa, desenvolvimento e validação de mercado. Nessa etapa, os aportes são mais arriscados e ultrapassam a quantia de R$ 1 milhão. O objetivo é construir uma equipe de alta performance, focada na evolução do negócio. A etapa seguinte prevê novos investimentos, também conhecidos como Series. Essas rodadas seguem uma ordem alfabética com início na Series A. Com o passar do tempo e conforme o crescimento das startups, novas rodadas de investimento fazem-se necessárias, resultando na Series B, C e assim por diante. Nessas rodadas o objetivo é atrair investimentos cada vez maiores, capazes de financiar novos objetivos e até mesmo de suportar o desenvolvimento acelerado do negócio.

Como se preparar para uma rodada de investimento?

Agora que já entendemos um pouco mais sobre esse universo de investimentos, é importante lembrar que para despertar a atenção e o interesse de um investidor-anjo é preciso ter uma ideia de negócio estruturada. Afinal, você precisa passar segurança para o seu futuro parceiro de negócios. Na SoftDesign, por meio do serviço de Concepção preparamos a sua startup para a fase de validação e para o encontro com os investidores-anjo. O nosso trabalho tem início na ideação: ouvimos a sua ideia e aplicamos de maneira colaborativa técnicas de Design Thinking, visando identificar dúvidas e levantar hipóteses a respeito do projeto proposto. A segunda etapa consiste em uma pesquisa detalhada sobre o universo que permeia a sua solução. Aqui iremos reunir dados importantes sobre o cenário onde o seu negócio está inserido. Quem são os seus concorrentes? Qual o perfil dos usuários? Como esse mercado específico funciona? Quais são os principais players? Por meio dessas respostas, partimos para a etapa de proposição de valor, onde cocriamos e definimos o seu modelo de negócio ideal. Juntos iremos construir uma estratégia de receita, definir o público-alvo e os diferenciais que tornam o seu produto ou serviço em um must-have para potenciais consumidores e, é claro, para investidores também.

Venha conversar conosco!

Basta preencher o formulário abaixo que entraremos em contato com você. Ah, e no próximo artigo desta série, falaremos sobre quem são os famosos unicórnios brasileiros e o que eles fizeram para chegar lá. Aguarde!
Saiba mais sobre a edição 2021 no artigo Web Summit 2021: highlights do maior evento de tecnologia

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concepção inovação investimentos produtos digitais startups
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Pâmela Seyffert

Content Marketing Analyst na SoftDesign. Jornalista (UCPEL) com MBA em Gestão Empresarial (UNISINOS) e mestrado em Comunicação Estratégica (Universidade Nova de Lisboa). Especialista em comunicação e criação de conteúdo.

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